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Polícia indicia jovem que atirou e mais 3 por morte de aluna em escola de Alexânia

Data da publicação: 14/11/2017 à00 09:31


Raphaella Noviski, de 16 anos, foi morta a tiros no Colégio Estadual 13 de Maio, em Alexânia (Foto: Reprodução/Facebook)

Polícia Civil concluiu nesta segunda-feira (13) o inquérito relacionado a morte da estudante Raphaela Noviski, de 16 anos, em uma escola pública de Alexânia, no Entorno do Distrito Federal. Segundo a TV Anhanguera, a delegada Rafaela Azzi, responsável pela investigação, indiciou quatro pessoas, entre elas, Misael Pereira Olair, de 19 anos, que confessou ter atirado na vítima e responderá por feminicídio.

Além dele, também foi indiciado pelo mesmo crime o comerciante Davi José de Souza, de 49 anos, que auxiliou Misael a fugir, e considerado pela polícia como seu comparsa.

Já outros dois homens, que não tiveram as identidades reveladas, responderão por terem vendido a arma utilizada no crime.

"Concluímos o inquérito hoje [segunda-feira] e vamos remetê-lo ao Judiciário. A novidade é que a Polícia Civil desvendou a origem da arma de fogo usada no feminicídio", disse a delegada à TV Anhanguera.

O G1 tentou contato com o advogado Joel Pires de Lima, que representa Misael e Davi, mas as ligações não foram antedidas até a publicação desta reportagem.

Rafaela contou ainda que, na terça-feira (14), está marcada uma avaliação psicológica de Misael, em Goiânia. No entanto, o teste só será realizado se o jovem concordar. "Ele não é obrigado a produzir provas contra si próprio", explicou.

Crime

O crime ocorreu na segunda-feira (6), na turma do 9º ano do ensino fundamental do Colégio Estadual 13 de Maio. Misael é ex-aluno da instituição. Ele pulou o muro da escola e, usando uma máscara, invadiu a sala de aula, disparou várias vezes contra a garota e fugiu em seguida. Imagens do circuito interno mostram momentos de pânico logo após o homicídio.

Misael e Davi foram presos pela Polícia Militar minutos depois do crime. Eles tiveram as prisões mantidas durante audiência de custódia realizada na terça-feira (7).

Em entrevista à TV Anhanguera, a professora Greyce Kelly de Carvalho, que estava na sala de aula, contou que, ao ver o jovem entrar mascarado na sala, pensou que fosse uma brincadeira. Greice relatou ainda que Misael tentou tocar na adolescente antes de matá-la.

"Eu estou tentando apagar a imagem dele entrando, a imagem daquela máscara, o som dos tiros, os gritos, ela [Raphaella] deitada no chão. Imaginei que fosse alguma brincadeira de algum outro aluno, que estava havendo uma peça. Ele tentou pegar nela e ela não deixou, depois ele deu meia volta e começou a atirar."

 
 
 
 
Fonte:Assessoria.

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