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Dois dias após 1ª prisão, quadrilha de roubos de carros é desmantelada

Data da publicação: 14/02/2018 à00 09:37


Em sequência, Armando, Mônica, Alisson e Alexander (Foto: Adilson Domingos)

Uma quadrilha especializa em roubo de veículos e que teria como prática a tortura das vítimas durante os assaltos foi desmantelada três dias após o primeiro integrante do grupo ser preso pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) na rodovia BR-463, em Dourados.

No domingo (11), Armando Guilherme Pires da Silva, de 25 anos, foi detido com uma camionete Ford Rangel, roubada de uma casa em Dourados durante a madrugada do mesmo dia, na região central da cidade. Também foram outros pertences.

Já na terça-feira (13), a Polícia Civil chegou também aos outros integrantes da quadrilha, sendo eles Mônica Correia do Nascimento, de 25 anos, Alexsander dos Santos Rojas, de 32, e Alisson Henrique da Paixão.

Todos os quatro são moradores de Dourados - respectivamente nos bairros Parque do Lago, Jardim Tropical, Água Boa e Harlem. Armando, conhecido como Magrão, de 25 anos, inicialmente se negou a revelar informações à polícia.

Posteriormente, acabou contando que foi contratado por homem apelidado de "Véinho", preso na PED (Penitenciária Estadual de Dourados). Ele então repassou o serviço para Mônica, pois não poderia aparecer, já que a família a ser assaltada o conhecia e o reconheceria na ação.

Ainda segundo o relato, Mônica então entrou em contato com Alexander e Alisson para o trio ir até o Jaridm Caramuru e lá, com as informações que conseguiram com Véinho, invadirem a casa e agredirem um idoso de 75 anos. Além da camionete foram levados telefones celulares, jóias e dinheiro.

Armando, além de intermediar o contato criminoso, também ficou do lado de fora da residência aguardando para pegar a camionete e a levar para o Paraguai - contudo foi interceptado antes pela PRF. O veículo seria vendido por R$ 25 mil, sendo que cada um dos criminosos, incluindo Véinho, ficariam com R$ 5 mil.

Além disso, Armando também revelou que usaria o dinheiro para pagar uma dívida que tem junto ao PCC (Primeiro Comando da Capital). O caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) de Dourados.

 

Fonte;Assessoria


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