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Homem que atropelou e matou Rafael em Ponta Porã é condenado a 14 anos e 03 meses de reclusão

Data da publicação: 10/08/2018 à00 08:39


Fotos: Divulgação

A data de 07 de agosto de 2018 ficará marcada para sempre na memória daqueles que amaram e conviveram com o jovem Arnaldo Rafael Mendes Espíndola, pois é a data em que a justiça foi feita e o homem que atropelou e matou Rafael recebeu a condenação de cumprir pena de 14 anos e 03 meses.

No dia 09 de junho de 2015, Ozéias Barros Ferreira conduzia um veículo tipo saveiro, de cor preta, pela Rua Calógeras em ponta Porã, invadiu a pista contrária, atropelando Rafael e seu amigo Gean Marcos Cabreira Sanabria. Rafael caiu e ainda teve o carro de Ozeias passando por cima de seu corpo numa tentativa de fuga. Rafael faleceu e Gean sofreu lesões corporais de natureza grave.

A defesa de Ozeias Barros Ferreira solicitou o "desaforamento" do Tribunal do Júri, ou seja, que ao invés do julgamento ocorrer em Ponta Porã que foi onde aconteceu o acidente, que fosse para a cidade de Dourados, alegando motivo de comoção, visto que as pessoas que iriam compor o júri em Ponta Porã poderiam ter algum sentimento em relação ao caso.

Assim, na data de 07 de agosto de 2018, às 20h55min, após condenação por maioria dos jurados, o juiz decretou a sentença de Ozeias condenando-o a 12 anos e 6 meses de reclusão em regime fechado pelo homicídio de Rafael Mendes e mais 01 ano e 9 meses pelas lesões corporais graves contra Gean Marcos Cabreira Sanabria, totalizando pena de 14 anos e 03 meses, já considerada a dosimetria da pena.

Falando ao Pontaporainforma, Artêmio Espíndola, pai de Rafael, disse: "Quero agradecer o Delegado Jarley, a Escrivã, a perita Criminal e os promotores, principalmente a inicial Ludmila, e ao promotor de ontem Joao Menegini. Agradeço ainda ao advogado Carlos Bordão e todos as testemunhas que se fizeram presentes, alem dos alunos da escola de Trânsito e o Agente e professor Andre da Agetran e também ao apoio da Agetran de Dourados. A todos, os nossos agradecimentos".

O advogado que fez parte da acusação, Carlos Bordão, concedeu entrevista ao site Pontaporainforma onde relata sobre as teses da acusação e o desenrolar do tribunal do júri.

 

Fonte:Assessoria


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