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Ricardo Salles diz que Brasil vive 'falsos dilemas' no setor ambiental

Data da publicação: 10/09/2019 à00 08:06


Em São Paulo, Salles defende iniciativa privada Roque de Sá/Agência Senado

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou nesta segunda-feira (9), em São Paulo, que a maior parte das críticas feitas à política ambiental do governo de Jair Bolsonaro são "falsos dilemas" criados por grupos e pessoas que difundem "preconceitos contra a iniciativa privada" e que preferem esconder os reais problemas do país.

Segundo Salles, o desafio a ser vencido pelo Brasil é o de desenvolver a economia com uma política clara de manejo florestal, que mantenha a natureza, mas com a exploração de suas riquezas. "Você pega a região amazônica, a mais rica do país e que ao mesmo tempo é a que tem a população mais pobre. São 20 milhões de pessoas que vivem com os piores índices sociais entre todas as regiões, e nada foi feito por elas nos últimos 20 anos", analisou durante o almoço do grupo Lide, na zona sul da capital paulista.

Ao manter imensas regiões intactas, de acordo com suas palavras, e evitar qualquer atividade que traria empregos e desenvolvimento econômico a locais com potencial, a esquerda jogou tais atividades para a ilegalidade, sem garantir o fim das explorações irregulares e sem trazer benefícios às populações locais. "Se você autoriza a posse de determinada área a um pequeno produtor, colocando um CPF respondendo por aquele terreno, você tem como responsabilizar alguém por atos ilícitos. Isso também facilita a investigação dos órgãos ambientais e recolhe impostos", argumentou.

Ele acrescentou que os alimentos consumidos na região amazônica são produzidos em pequenas propriedades, mas seus donos não têm o direito à terra garantido por lei por causa das restrições ambientais impostas pela legislação brasileira.

"Infelizmente, esse debate foi vedado pela esquerda, o tema foi patrulhado de forma a impedir qualquer melhoria para essas pessoas", disse o mnistro. Para ele, os governos anteriores adotaram na questão ambiental a "política do avestruz", de fingir que não estava vendo o que acontecia. "Há 850 garimpos ilegais funcionando na Amazônia, aceitos por governos anteriores que preferiam fingir que o problema não existia."

 

Salles garante defender rigidez na aplicação de normas ambientais, mas ao mesmo tempo quer mais agilidade na liberação de licenças para construções na área de infraestrutura, com menos burocracia e regras que não impossibilitem as obras. "Não faz sentido dificultar a criação de novas ferrovias, rodovias e portos, por exemplo, mas houve nos governos anteriores um enorme desestímulo a esses investimentos."

O titular da pasta do Meio Ambiente declarou – e em vários momentos foi aplaudido pelo grupo de empresários – que muitas cobranças feitas a Bolsonaro são injustas e motivadas por uma campanha de contrainformação que tem como objetivo fragilizar o governo. "É mentira que houve flexibilização de qualquer norma ambiental e é mentira que essa gestão é conivente com qualquer crime que esteja ocorrendo em áreas protegidas."

"Tudo foi feito"

De acordo com o ministro, o governo tomou "todas as atitudes" necessárias para conter o aumento das queimadas na Amazônia. "O governo federal determinou inédita operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) ambiental, colocando à disposição dos estados mais de quatro mil homens no emprego dessas ações por parte das Forças Armadas, com diversas aeronaves e um investimento significativo", explicou. ""A tendência já é de controle", concluiu, sem citar números.

Apesar de criticar os governo anteriores, e chegar a citar o Partido dos Trabalhadores (PT) como responsável por políticas que, em nome da natureza, ajudaram a "paralisar os investimentos", Salles elogiou várias vezes os números alcançados pelo país na preservação ambiental. "

A Amazônia tem 84% de seu bioma preservado e estamos cumprindo todas as metas do Acordo de Paris", afirmou, referindo-se ao documento assinado na capital francesa em 2015, no qual líderes de várias nações se comprometeram a reduzir a emissão de gases do efeito estufa a partir de 2020, com o objetivo de reduzir o aquecimento global. "Países que apontam o dedo para nós já disseram que não vão cumprir as (metas) deles. E os vilões somos nós?", questionou.

 

Fonte:Assessoria

Salles garante defender rigidez na aplicação de normas ambientais, mas ao mesmo tempo quer mais agilidade na liberação de licenças para construções na área de infraestrutura, com menos burocracia e regras que não impossibilitem as obras. "Não faz sentido dificultar a criação de novas ferrovias, rodovias e portos, por exemplo, mas houve nos governos anteriores um enorme desestímulo a esses investimentos."

O titular da pasta do Meio Ambiente declarou – e em vários momentos foi aplaudido pelo grupo de empresários – que muitas cobranças feitas a Bolsonaro são injustas e motivadas por uma campanha de contrainformação que tem como objetivo fragilizar o governo. "É mentira que houve flexibilização de qualquer norma ambiental e é mentira que essa gestão é conivente com qualquer crime que esteja ocorrendo em áreas protegidas."

"Tudo foi feito"

De acordo com o ministro, o governo tomou "todas as atitudes" necessárias para conter o aumento das queimadas na Amazônia. "O governo federal determinou inédita operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) ambiental, colocando à disposição dos estados mais de quatro mil homens no emprego dessas ações por parte das Forças Armadas, com diversas aeronaves e um investimento significativo", explicou. ""A tendência já é de controle", concluiu, sem citar números.

Apesar de criticar os governo anteriores, e chegar a citar o Partido dos Trabalhadores (PT) como responsável por políticas que, em nome da natureza, ajudaram a "paralisar os investimentos", Salles elogiou várias vezes os números alcançados pelo país na preservação ambiental. "

A Amazônia tem 84% de seu bioma preservado e estamos cumprindo todas as metas do Acordo de Paris", afirmou, referindo-se ao documento assinado na capital francesa em 2015, no qual líderes de várias nações se comprometeram a reduzir a emissão de gases do efeito estufa a partir de 2020, com o objetivo de reduzir o aquecimento global. "Países que apontam o dedo para nós já disseram que não vão cumprir as (metas) deles. E os vilões somos nós?", questionou.

 

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