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Sem Tebet e Puccinelli, Márcio é cotado para concorrer a prefeito

Data da publicação: 19/09/2019 à00 10:41


Sem a possibilidade de o ex-governador do Estado André Puccinelli e a senadora e presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Simone Tebet, se candidatarem para concorrer à Prefeitura de Campo Grande, o MDB recorre às demais lideranças do partido para conseguir voltar à administração da cidade. Entre os selecionados estão o deputado estadual Márcio Fernandes e o ex-senador Waldemir Moka, que não conseguiu se reeleger em 2018 e ficou em terceiro lugar na disputa pela vaga no Senado Federal, com 15,48% dos votos de 357.427 eleitores. 

No fim da tarde de ontem, as principais lideranças do partido na Capital se reuniram na sede da sigla para discutir quais nomes estão à disposição. “Nós temos o Márcio Fernandes, que já declarou estar disposto, temos também o Moka, que colocou o nome à disposição do partido, e o vereador Loester também. Temos diversas possibilidades para trabalhar. Tânia Garib não colocou o nome à disposição, mas é uma forte liderança”, declarou o presidente do MDB em Campo Grande, Ulisses Rocha. 

Ele voltou a destacar que o ex-governador e presidente do MDB no Estado não quer disputar a administração da Capital. Puccinelli, que foi prefeito por dois mandatos, é a grande liderança do partido e sua contribuição deve ser nos bastidores. “André e Simone não pretendem disputar a eleição. Pode ser que a gente receba a filiação de alguns nomes de outros partidos que podem mudar, desfiliar e filiar até abril de 2020”, ressaltou. Conforme os bastidores, André deve disputar em 2022 novamente a vaga de governador do Estado, e Simone Tebet já declarou que quer tentar a reeleição como senadora e continuar o trabalho que está desenvolvendo no Congresso. 

Dentro do partido, o mais provável é que Márcio Fernandes deverá ser definido como pré-candidato a prefeito, porém, uma pesquisa será feita para avaliar o desempenho dos possíveis pré-candidatos. “Já é unânime a decisão de que nós vamos ter candidatura própria, isso é fato, a gente já fechou questão em cima disso. Agora, quem é que vai ser, essa discussão vai começar. A gente tem nomes competitivos, porém, por decisão pessoal, eles não querem participar das eleições em 2020”, destacou Márcio Fernandes. 

Ele afirma, porém, que se André mudar de ideia e quiser ser o candidato para brigar pela Prefeitura de Campo Grande, o ex-governador terá a preferência do partido. O parlamentar, caso isso ocorra, não se sentirá constrangido, assegurando que o ex-governador é uma grande liderança política e tem musculatura eleitoral para o futuro embate.

Com relação à Câmara Municipal de Campo Grande, o MDB, atualmente com apenas dois representantes – Loester e Wilson Sami –,  quer eleger mais vereadores. A intenção do partido é conseguir pelo menos quatro representantes. 

“Nós saímos de oito vereadores para dois eleitos, por isso fazemos questão de que a candidatura própria do mdb exista, nós vamos ter candidato, porque temos chance de elegermos uma bancada, quem sabe com mais de quatro vereadores na Câmara Municipal. A  sigla tem voto de legenda e o candidato sempre puxa voto para legenda”, destacou.

 

 

Fonte:Assessoria


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