Começo com outra pergunta: como começar a
dizer não e sustentar o incômodo do parceiro? Acredito que este seja o grande desafio. Muitas vezes preferimos sustentar o nosso desconforto a lidar com o desconforto de quem amamos, porque automaticamente associamos atrito à dor -como se nosso limite pudesse desestabilizar a
relação. Mas será que existe relação possível onde não há espaço para o seu "não" e o seu incômodo? Ou melhor, será que existe relação possível onde o seu "não" é ouvido como sinônimo de "não te amo"? Quem está machucando quem? Você que diz não ou o parceiro que se ressente toda vez que escuta?
Leia mais (04/02/2025 - 08h00)